Cada decisão de projeto carrega impactos que vão muito além da forma: afetam modos de viver, de circular, de permanecer e de pertencer. Arquitetura e urbanismo não são neutros — são práticas que dialogam com desigualdades históricas, disputas de uso do solo e diferentes formas de apropriação do espaço. Assumir essa responsabilidade é reconhecer que projetar é também um ato político, comprometido com cidades mais justas, inclusivas e verdadeiramente humanas.

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